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"Você não tem cara de autista": pessoas com TEA relatam como estereótiopos geram preconceito e afetam acesso a direitos

Compartilho alguns trechos importantes desta matéria veiculada pelo G1 datada de 02 de abril de 2023, ainda muito atual.

Precisamos falar sobre este tipo de capacitismo, disfarçado de elogio, por falta de conhecimento da maioria das pessoas e profissionais, mas que causam sofrimentos em pessoas com autismo, e inclusive, os afastam da garantia de seus direitos.

Dizer que alguém "não parece" ter autismo invalida a identidade da pessoa e sugere que há uma forma esperada de ser autista, além de reforçar estereótipos, isso é considerado capacitismo. Capacitismo é a discriminação, preconceito e exclusão social direcionados a pessoas com deficiência, baseados na crença de que suas capacidades são inferiores ou que são incapazes de realizar certas tarefas devido à sua condição. Essa forma de discriminação pode se manifestar de diversas maneiras, desde atitudes e expressões preconceituosas até barreiras físicas e arquitetônicas que impedem o pleno exercício da cidadania dessas pessoas. No Brasil, o capacitismo é considerado crime pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), nº 13.146/2015.

















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