O QUE ACONTECE NO CARNAVAL, NÃO FICA NO CARNAVAL. VAMOS AOS FATOS:
O que vemos acontecer nessa época:
Aumento de furtos e roubos.
Assédio e violência sexual, principalmente contra mulheres e crianças, além da erotização infantil.
Uso excessivo de álcool e drogas.
Forças policiais ficam sobrecarregadas, reduzindo resposta a outros crimes.
Intoxicações, acidentes, violência, aumento de ISTs.
Emergências hospitalares lotadas.
Risco sanitário por falta de banheiros adequados e higiene precária.
Impacto econômico negativo e pouco discutido.
Queda de produtividade em setores que não param.
Pequenos comerciantes e prestadores de serviços não ligados ao evento perdem receita.
Gastos públicos elevados com: segurança, limpeza, saúde e infraestrutura emergencial.
Municípios endividados priorizam festa em vez de serviços essenciais.
Uso de dinheiro público com verbas destinadas a: escolas de samba, artistas e estruturas temporárias,
enquanto faltam recursos para: saúde, educação, segurança e zeladoria da cidade.
Baixa transparência em contratos e patrocínios.
Lixo em excesso nas ruas e danos ao patrimônio público.
Poluição sonora extrema próxima de hospitais.
Pessoas que não participam sofrem com: barulho, bloqueios na mobilidade urbana e insegurança.
O investimento público não resolve problemas estruturais do turismo. Muitas cidades gastam mais do que arrecadam.
Uma pesquisa do Instituto Badra, divulgada na sexta-feira (6/2) pela Gazeta, revelou a impressão dos moradores de São Paulo com o Carnaval. Apesar do crescimento do Carnaval paulistano, só 10,4% dos respondentes disseram que “gostam muito” de Carnaval, enquanto 25,5% afirmaram que "gostam um pouco". A união das duas respostas, porém, indica uma predisposição positiva, de quase 36%. Mas, 30,6% indicaram que "não gostam", enquanto 14% disseram que "não gostam e evitam completamente". E 19,1% são indiferentes as comemorações e não participam. Juntos somam 64% que não apreciam estar nos festejos.
O Carnaval é uma festa da cultura popular que pode ser sadia. O que implica são os excessos, abusos e a degradação moral. A alegria não pode ser desculpa para perder a dignidade.
