Segundo uma pesquisa global da Ipsos, 52% dos brasileiros consideram hoje a saúde mental o principal problema de saúde do país. Em 2018, esse percentual era de apenas 18%. A preocupação é maior entre mulheres e jovens, colocando o Brasil entre as nações mais preocupadas com o tema.
No cenário mundial, a saúde mental também passou a ocupar o primeiro lugar entre as maiores preocupações da população.
Esses números refletem o que vemos todos os dias: mais pessoas convivendo com ansiedade, depressão, burnout, estresse, luto e outros transtornos que comprometem a qualidade de vida.
Como especialista em Saúde Mental, Saúde Pública e Neurodesenvolvimento, acompanho diariamente o sofrimento de famílias que enfrentam dificuldades para conseguir diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequado, tanto na saúde mental quanto na saúde como um todo. Inclusive, a baixa qualidade em todos os serviços de saúde aumentam o sofrimento causando maiores danos emocionais.
Não basta reconhecer que existe um problema. É preciso transformar essa preocupação em ações concretas.
Precisamos ampliar o acesso aos serviços de saúde mental, investir em prevenção, fortalecer a atenção psicossocial, capacitar profissionais e garantir que crianças, adolescentes, adultos e idosos recebam atendimento de qualidade.
Cuidar da saúde mental é cuidar da aprendizagem, da produtividade, das relações familiares, da segurança e da qualidade de vida.
Uma sociedade que investe em saúde mental investe no seu próprio futuro. Porque, NÃO EXISTE SAÚDE SEM SAÚDE MENTAL.
Tenho um livro escrito de minha autoria sobre este assunto "Saúde Mental no Brasil: desafios, impactos e soluções para uma saúde pública eficiente. (ISBN: 978-65-266-7033-0)"
Vem me seguir Dra. Regiane Souza Neves
Especialista em Saúde Mental e Saúde Pública, Educação e Neurodesenvolvimento, Ciências Políticas e Sociais, Gestão Pública e Gerenciamento de Cidades.
