DIREITOS NÃO PODEM EXISTIR APENAS NO PAPEL. PRECISAM EXISTIR DE FORMA EFETIVA E PERMANENTE NA VIDA DAS PESSOAS.
Idosos e pessoas com deficiência têm direito à dignidade, autonomia, saúde, educação, acessibilidade, inclusão e respeito. O Estatuto da Pessoa Idosa e o Estatuto da Pessoa com Deficiência já garantem muitos desses direitos. O nosso maior problema é fazer com que eles sejam realmente cumpridos. É por isso que eu defendo uma rigorosa fiscalização na aplicação de leis, principalmente as que devem garantir qualidade de vida às pessoas.
Também defendo a manutenção do atendimento físico e presencial com atendimento feito por um atendente ou profissional, em órgãos públicos e estabelecimentos comerciais de médio e grande porte, especialmente nos serviços essenciais, como bancos, por exemplo, para idosos e pessoas com deficiência que necessitem dessa alternativa.
A tecnologia deve incluir, nunca excluir. E a pessoa precisa ter o direito de escolher. Na minha opinião, a tecnologia pode ser uma importante ferramenta de inclusão. Aplicativos e recursos de acessibilidade podem ampliar a autonomia, a comunicação e o acesso a serviços. O problema acontece quando a tecnologia passa a ser a única forma de acesso impossibilitando que muitos idosos e pessoas com deficiência não consigam ter autonomia para acessar direitos, pagar contas, fazer comprar, marcar consulta, entre outras necessidades.
Como especialista em Desenvolvimento Humano, Saúde Mental, Saúde Pública e Educação, e autora de livros voltados ao atendimento de idosos e à inclusão escolar de estudantes com deficiência, conheço de perto a importância de políticas públicas que respeitem as necessidades individuais e garantam atendimento humanizado.
Minha defesa vai além de uma única proposta. Defendo saúde, autonomia, acessibilidade, educação, inclusão, participação social, respeito e qualidade de vida.
Porque direito que não chega à vida das pessoas ainda não cumpriu sua finalidade.
Drª Regiane Souza Neves
Candidata a Deputada Federal 1147
